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19/11/2013

Prazo para autovistoria em prédios no Rio termina em dezembro

Os síndicos dos prédios devem prestar atenção: está terminando o prazo para eles apresentarem um laudo de vistoria dos edifícios. O prazo termina no dia 31 de dezembro. Essa lei foi regulamentada este ano, depois do trauma da queda do Edifício Liberdade, no Centro do Rio. O desabamento, que derrubou outros dois prédios, deixou 22 pessoas mortas e seis feridas, em janeiro de 2012.

Um prédio de 1954, como mostra o RJTV, está bem conservado, mas vai precisar de readequações. É o que já apontou a autovistoria, em andamento.

“A parte de incêndio tem que ser readequada é esse o perigo. Esse é o grande perigo e como as pessoas vão sair numa emergência. Felizmente não temos incêndio toda hora, mas nós temos que estar muito preparados”, disse s síndica Regina Rocha.

Todos os apartamentos ainda vão receber a visita do engenheiro até que o laudo fique pronto. As vistorias técnicas periódicas são obrigatórias. Cada condomínio deve contratar um engenheiro ou arquiteto legalmente habilitado, que será o responsável. O laudo deve atestar a segurança, estabilidade e boa conservação. E também indicar as reformas a serem feitas e os prazos para execução.

Num prédio, de 24 apartamentos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, os moradores estão fazendo orçamentos para contratar o profissional. Os preços pelo serviço vão de R$ 1.500 a R$ 3 mil.

“É muito caro. E às vezes pesa no orçamento. Então, nós estamos escolhendo”, disse a subsíndica Márcia Helena de Souza.

No Rio de Janeiro, 280 mil prédios devem passar pela autovistoria até o dia 31 de dezembro. Mas até agora só 597 realizaram. O secretário da Casa Civil Pedro Paulo Carvalho explica a importância da vistoria.

“A mesma coisa de você ter um automóvel e fazer periodicamente a avaliação dele. Provavelmente evitará ter um problema mais grave e que gere um gasto maior. É a mesma coisa com um prédio: se estas contas são feitas periodicamente as contas de água serão mais baixas. Os defeitos que podem significar custos maiores para os síndicos, para os condomínios, sem dúvida nenhuma fazer esta averiguação preventiva”, disse Carvalho.

(G1)

Relações Internacionais